Traga um problema de IA. Só um.
Em até 1h30, a gente desenha a solução junto. Você sai com um caminho claro, sem outra lista de ferramentas para testar.
Você já tentou.
Assistiu aula, testou ferramenta, montou um agente. Ele até roda e faz algo parecido com o que você pediu. Só que não entrega o que você precisa. Talvez você tenha assinado mais uma coisa no caminho. No fim do mês, continua fazendo na mão o que deveria rodar sozinho.
Ferramenta não falta. Aliás, sobra. Esse é justamente o problema.
O que falta é outra coisa.
Toda IA que funciona obedece à mesma lógica
Você pode vender software ou hambúrguer. A lógica por trás de um sistema de IA que funciona é a mesma: o que entra, o que a máquina precisa saber para decidir, o que sai e onde ainda precisa ter alguém olhando.
Quando a estrutura fecha, tanto faz se a ferramenta é paga ou de graça. Se ela nasce errada, nem dois mil reais por mês em assinatura resolvem.
Por isso eu consigo trabalhar no seu caso sem ser do seu nicho. Cada negócio muda, mas essa lógica se repete.
Um problema resolvido vale mais que dez explicados
Uma hora e meia falando de “IA na empresa” não resolve nada. Vira aula. Você sai animado e, na segunda-feira, não sabe por onde começar.
Com um problema específico na mesa, dá para ir até o fundo. Eu vejo o que você já tentou, onde quebrou e o que vale fazer com o que você tem hoje. O resto eu corto.
Aí o caminho aparece.
O que acontece na call
Em até 1h30, a gente faz três coisas:
- Primeiro, eu entendo o problema. Essa parte costuma levar mais tempo do que as pessoas esperam — e é nela que a call se paga.
- Depois, a gente desenha a solução na tela, junto, para o seu caso.
- No fim, eu te entrego o caminho: quais ferramentas usar, em que ordem e o que descartar.
Depois, você recebe a gravação da call e o caminho escrito em uma página: a arquitetura da solução, as ferramentas, a ordem de execução e o custo de cada parte. É o documento que você usa ou entrega para quem vai executar.
No fim, você sabe o que fazer e por quê. É isso que deixa você em pé sozinho da próxima vez.
O que eu não faço
Eu não executo. A construção fica com você ou com o seu time: eu desenho o sistema e explico como levantar. E isso é escolha minha. A agência que cobra vinte mil entrega algo rodando, mas você pode acabar sem entender, ajustar ou manter aquilo sem ligar de volta. Prefiro que você saiba o que tem nas mãos.
Também não empurro ferramenta. A solução mais eficaz quase sempre custa menos; às vezes, já está no que você paga. Se der para resolver sem outra assinatura, eu vou falar.
Solução mágica eu também não vendo. Se o seu problema não for de IA, digo isso na própria call — talvez seja o conselho mais barato que você receba no mês.
Para quem é
É para quem tem um negócio e tenta colocar IA para rodar nele. Você sabe que dá para fazer mais com o time atual, mas as tentativas morrem no caminho.
Também é para designer, gestor de tráfego ou copywriter que ainda espera o retorno prometido pela IA. Até agora, virou outra assinatura no fim do mês. O tempo não apareceu; o ganho de produtividade e dinheiro, muito menos.
Não é para você se
- Você quer que eu execute. Eu desenho e explico; a construção fica com você.
- Você ainda não tem um caso concreto. Sem um problema específico, a call vira conversa solta sobre IA.
- Você quer ouvir que IA resolve tudo. Às vezes, a resposta honesta é que não resolve.
Quem sou eu
Sou o Igor. Tenho formação em engenharia de software e trabalho como engenheiro de soluções de IA. Também fundei a Walks, minha assessoria de marketing e branding. O que eu desenho com você é do mesmo tipo que rodo na minha operação — a primeira cobaia é sempre a minha empresa.
Pagamento único, sem assinatura. Traga um problema. Só um.